Em leitura recente me deparei com uma constatação muito lógica e engraçada, nossa vida é marcada por eventos, já pararam para pensar?
Nascemos e logo participamos de nosso primeiro evento, o BATIZADO. Sempre há a preocupação em receber amigos e familiares, participar da cerimônia religiosa e depois todos se reunirem para uma refeição. Tudo bem, logo depois começa a saga anual do único evento que não se pode escapar... o dia do seu aniversário!!! Sim, por mais que não dê tempo ou não tenha dinheiro, sempre se comemora de alguma maneira, as vezes é até de surpresa, seu amigos e familiares comemoram fazem a festa pra você, é um evento muito esperado todo o ano e não é só o seu, você começa a participar de vários eventos semelhantes, pois todos a sua volta também festejam.
Bom, passaram alguns anos e começam as festas temáticas em que participa na escola, nos clube ou mesmo no seu bairro como CARNAVAL, FESTAS JUNINAS, HALLOWEEN, REVEILLON, dentre outras festas tradicionais em que participamos. Depois vem as festas em bares, “Baladas”, vem os bailes de formaturas, Casamento, reuniões e confraternizações na empresa, viagens para treinamentos, enfim uma infinidade de ocasiões e motivos para realização de um evento, agora multiplique isso por cada pessoa que você conhece, vivemos para festejar!!!
Nascemos, crescemos e nos desenvolvemos cercados de eventos por todos os lados, é uma infinidade de oportunidade para sociabilizar, conhecer pessoas interessantes e iniciar ótimas parcerias comerciais e por que não, encontrar aquela oportunidade de mudar sua vida.
“Somente em Campinas/SP, o setor de festas e eventos tem um crescimento anual médio de 12%, de acordo com o economista da Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic), Laerte Martins. Traduzindo em moeda, esse setor movimenta, também em valores médios, R$ 1 bilhão por ano. Levantamento feito pelo economista aponta o aumento de 41,14% no número de eventos promovidos na cidade entre 2007 e 2010, considerando o ultimo ano ainda com projeções feitas a partir de 2009.” (revista Metrópole, Campinas 29 de agosto de 2010).



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